quinta-feira, 12 de junho de 2008

Geração Coca-cola

“Geração Coca-Cola”, ou, em outras palavras, geração do consumo, essa é a nossa vida moderna.
“Sejam bem-vindos à nossa geração consumista, em nosso pacote você encontra: egoísmo, narcisismo, hipocrisia, mas não é só isso, aqui todos estão preocupados somente com os próprios interesses e anseios individuais.”
Vivemos, ou seria melhor: SOBREVIVEMOS em meio a uma geração cuja maior preocupação é com o bem estar pessoal.
É a geração do entretenimento! Enquanto os cidadãos mergulham e se entorpecem no entretenimento, eles se esquecem dos outros que padecem do outro lado da rua, do outro lado da cidade, do outro lado do país e do outro lado do globo.
Enquanto o indivíduo se embriaga com a sua Coca-Cola e se empanturra com o saco de pipoca, ele finge que não vê o outro morrendo de fome.
Estão mais preocupados se vão sair com suas roupas de marca ou seu tênis da Nike, comendo seus McDonald's e vendo seus programas de televisão medíocres.
É a geração coca-cola, a geração do individualismo, a geração do esquecimento, a geração do imperialismo.

[Lido por mim na aula de Economia no 1° periodo do meu curso de Direito]

domingo, 18 de maio de 2008

Abaixo os professores sem noção

O professor ruim está em toda parte. Com certeza estará lendo esse tópico e se preocupando com o que virá.

Nós alunos sofremos as conseqüências das inutilidades de alguns professores, com suas idéias totalmente incoerentes, complexas, difíceis e ignorantes (por mais pleonasmo que isso possa parecer)!

“O MEC ADVERTE: PROFESSOR RUIM É PREJUDICIAL À FORMAÇÃO DO EDUCANDO!”.

Perfil do "bom professor ruim":
- Acham ser o centro das atenções;
- É um replicador de leituras (leu em casa e passa para os alunos no outro dia);
- Fala baixo;
- Escreve muito no quadro;
- É desorganizado;
- Não instiga os alunos a participarem das aulas;
- Passa exercícios nada interessantes
- Usa tecnologias, de maneira errada (Professor data-show). lembra que professora?

Eles são o caos...
Blah.

Ps.: O padre e epifânio são os caras.

Abaixo os professores sem noção
Abaixo os alunos babação(que babam os professores para serem favorecidos nas aulas e provas).
Abaixo a falta de liberdade de expressão em alguns blogs.

Por: Marcelo Duarte
1° periodo, manha

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Prelúdio


Sonho que se sonha só
É só um sonho que se sonha só
Mas sonho que se sonha junto é realidade
.
.
O essencial é invisível aos olhos
Mudaram as estações
E nada mudou
Mas eu sei
Que alguma coisa aconteceu
Está tudo assim tão diferente...
Se lembra quando a gente
Chegou um dia a acreditar
Que tudo era prá sempre
Sem saber
Que o pra sempre
Sempre acaba...
Mas nada vai
Conseguir mudar o que ficou
Quando penso em alguém
Só penso em você
E aí então estamos bem...
Mesmo com tantos motivos
Prá deixar tudo como está
E nem desistir, nem tentar
Agora tanto faz
Estamos indo de volta prá casa.

sábado, 19 de abril de 2008

O menino e sua flor


- Adeus - disse ele à flor.
Mas a flor não respondeu.
- Adeus - repetiu ele.
A flor tossiu. Mas não era por causa do resfriado.
-Eu fui uma tola - disse por fim. - Peço-te perdão. Trata de ser feliz.
A ausência de censuras o surpreendeu. Ficou parado, inteiramente sem jeito,
com a redoma no ar. Não podia compreender essa calma doçura.
- É claro que eu te amo - disse-lhe a flor. - Foi por minha culpa que não
soubeste de nada. Isso não tem importância. Foste tão tolo quanto eu. Trata de ser feliz... Mas pode deixar em paz a redoma. Não preciso mais dela.
- Mas o vento...
- Não estou assim tão resfriada... O ar fresco da noite me fará bem. Eu sou uma flor.
- Mas os bichos...
- É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. Dizem que são tão belas. Do contrário, quem virá visitar-me? Tu estarás longe... Quanto aos bichos grandes, não tenho medo deles. Eu tenho as minhas garras.
E ela mostrando ingenuamente seus quatro espinhos. Em seguida acrescentou:
- Não demores assim, que é exasperante. Tu decidiste partir. Vai-te embora!
Pois ela não queria que ele a visse chorar. Era um flor muito orgulhosa...
Fragmento do livro "O pequeno príncipe" - Antoine de Saint-Exupèry
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